"A Câmara de São Paulo volta a discutir hoje, 03/11 um projeto legislativo de reajuste salarial: a remuneração de Kassab passaria de R$ 12.384 para R$ 24.117 e a dos secretários iria de R$ 5.344 para R$ 20.499. Já o salário da vice-prefeita, Alda Marco Antônio, subiria de R$ 5.504 para R$ 21.705.
A proposta cria um parâmetro permanente, usando como base o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal --R$ 26.723. O prefeito poderia receber até 90,25% do valor pago a um ministro do Supremo. A partir daí, o salário do prefeito passaria a ser a referência para a remuneração do vice (90% do pago ao prefeito) e dos secretários (até 85%). [...] Kassab já disse que abriria mão do reajuste de seu salário, já que o objetivo da proposta era ter uma remuneração que ajudasse a atrair nomes de peso ao secretariado." - folha.com
A proposta cria um parâmetro permanente, usando como base o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal --R$ 26.723. O prefeito poderia receber até 90,25% do valor pago a um ministro do Supremo. A partir daí, o salário do prefeito passaria a ser a referência para a remuneração do vice (90% do pago ao prefeito) e dos secretários (até 85%). [...] Kassab já disse que abriria mão do reajuste de seu salário, já que o objetivo da proposta era ter uma remuneração que ajudasse a atrair nomes de peso ao secretariado." - folha.com
Com base em quê? Curioso pensar que, para obtenção aumento salarial e outros benefícios, são frequentes as manifestações trabalhistas. Quanto aos professores e médicos, são menos importantes ou será o stress que o trabalho oferece? Ou a carga horária, quem sabe? Não faço coro às greves, mas quais motivos nos levariam a ceder a tal absurda proposta?
Bom, só nos falta ameaçarem parar de trabalhar.
Bom, só nos falta ameaçarem parar de trabalhar.
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